Os membros

Thom (Thomson Schuelter)

Thom, o homem cerveja!

Thom, o homem cerveja!

Olá, eu sou Thomson Schuelter, fundador da banda UHUL. A galera me chama de Thom, mas na banda também sou conhecido como Chefe. Nasci em Joinville/SC. Toco guitarra desde os 15. Ainda me lembro como se fosse hoje como foi longo o tempo que fiquei economizando dinheiro para comprar minha primeira guitarra.

Iniciei meus estudos musicais fazendo aula de guitarra com o professor Ortiz, durante os anos que morei no Rio Grande do Sul. Na faculdade larguei um pouco a música e foquei somente no trabalho e nos estudos. Foi durante a pós graduação em finanças que “chutei o balde”. Larguei o trabalho e os estudos para focar somente na música.

Estudei piano e música erudita na Escola Villa Lobos, mas desisti antes de me formar. Não gostava de ler partituras. Morei 1 ano no Rio de Janeiro, estudando Artes Cênicas.

Hoje estudo acordeon, voz e harmonia. Continuo compondo. Pratico assiduamente: yoga, surf, skate e natação. Vale constar que já participei de outras bandas como: Samuray 27, Mudley.


Gago (Tiago Fachini)

Gago, o trovão do contra-baixo.

Gago, o trovão do contra-baixo.

Eu sou o Gago, mas de gago não tenho nada. Este é um apelido de família que nasceu porque minha irmã mais velha não sabia falar meu nome (Tiago) direito. Ela conseguia me chamar apenas de TiGago, e com o tempo o apelido acabou ficando Gago pra todo mundo.

Comecei a me interessar por música lá próximo do ano 2000 estudando teoria musical e guardando minha mesada para comprar meu primeiro contra-baixo. Depois de 8 meses guardando minha suada mesada, consegui comprar meu contrabaixo. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que para tocá-lo eu precisaria de uma caixa elétrica para conseguir tirar algum som dele… lá se foram mais alguns meses de economia.

Depois disso, foram vários anos de estudo de teoria musical, contra-baixo e técnica vocal. Já são mais de 15 anos de música. Atualmente estudo contra-baixo e técnica vocal na Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior e na Escola de Guitarra e Tecnologia AGT.

Para manter a forma e a mente, costumo treinar Crossfit semanalmente. Uma sensação agradável e que juntamente com a música completa meu estilo de vida e meu jeito Gago de viver.

A música me realiza, a música me completa, a música me alimenta e a música me alegra!


C. Foguete (Rodrigo Döhler)

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O comandante da guitarra

Foi em 2009 quando entrei na banda UHUL, e também na mesma época graças aos meus parceiros de banda passei a ser conhecido como Comandante Rodrigo Foguete, por causa de uma bebedeira ou outra logo que os conheci, nada de mais. Iniciei minha vida musical aos 6 anos de idade no violino, mas me interessei mesmo pela musica aos 11 quando comecei a tocar guitarra.

Sempre influenciado pelo hard core, ja fiz parte de algumas bandas do cenário rock da cidade de Joinville, até chegar ao projeto UHUL, por influencia do primeiro baterista da banda que tocava baixo comigo na banda “Lost in the box”.

Entrei no UHUL logo após a gravação do segundo cd demo, onde começamos a fazer shows, e compomos o cd seguinte intitulado “não lembramos de nada”.

Após um período de shows e também uma pausa de mais ou menos um ano onde me distanciei indo morar na cidade de São Paulo, voltamos a compor e a gravar o nosso mais novo projeto, o álbum “Amor, Cerveja e Amigos”.


Venas (André Venâncio)

Venâncio

Venâncio, o furacão da bateria.

Bom dia! Do sobrenome Venâncio, herdado do seu Neri, surgiu o meu apelido – Venas – O alemão mais Italiano da Banda UHUL! O novato da banda.
Meu interesse pela música veio desde cedo. Lembro quando meu irmão mais velho, Fábio, começou a sua coleção de CDs. Fuçando lá no meio encontrei umas pérolas que definiram o meu gosto musical desde cedo: Black Sabbath, Deep Purple, The Doors, Led Zeppelin… Estava definido: eu era do rock. Passava horas diárias ouvindo.

Pelas patadas dos bateras dessas bandas que me surgiu o interesse pela bateria. Comecei a estudar o instrumento aos 12 anos e não parei mais. Entre idas e vindas continuo fazendo aula até hoje, com 27 anos.

Lá pelos 15, resolvi aprender violão, com umas dicas do amigo Augusto Ginjo. Depois de uns anos, comprei minha guitarra pra brincar de Jimi Hendrix do agreste. Ainda quero aprender a tocar Baixo. Mas o meu negócio é com os tambores mesmo.

Sou conhecido por ser meio que um prostituto musical. Já devo ter tocado em umas 431 bandas. Comecei com a banda dos Sobrinhos do Nery. Depois gravei meu primeiro CD com a Efeito Sonoro. E ai vieram The Hangovers, Locomotiva, Trio Improviso Kevo Rock, Edu Hoffmann & Banda, Jaquetinhas, Jesus e os Capirotos (sim, era esse o nome)…

Hoje sou o batera da Banda UHUL e do Coletivo das Flores. Com muito orgulho e sorriso na cara, exercendo a minha paixão pela música!


Naspo (Lucas Nasppolini)

Naspo

Naspo, o galã do saxofone.

Com várias derivações eu sou o Naspo ou Naspera ou Naspolônio ou Naspolex , enfim, chame como quiser, sou o saxofonista da Banda UHUL.

Comecei a me interessar por música aos 14 anos de idade quando comecei a aprender violão com aqueles livrinhos de cifras da Legião Urbana, após três anos entrei em uma banda chamada MUDLEY, estilo hardcore, criada por mim e mais dois amigos e lá comecei a me dedicar ao contrabaixo.

Você deve estar se perguntando, mas você não é saxofonista? Sim eu sou, sempre tive um sonho desde moleque de tocar Sax, mas ele sempre foi muito caro e não tinha condições de comprar um e fazer aula ao mesmo tempo, então fui guardando dinheiro até conseguir o meu primeiro sax que foi com 24 anos , tarde né? Que nada , nunca é tarde para começar , estou em desenvolvimento com o instrumento e para sempre estarei, estou amando o que faço e hoje estou tocando em uma banda irada UHUL!

Meu gosto musical é diversificado, gosto de rock como um todo, mas minha maior influencia é NOFX. Comecei a gostar de rock por causa do meu irmão mais velho, o CEBO. Ele vinha com seus cds do Sepultura e Raimundos e colocava-os para escutar enquanto dormia, como dividíamos o quarto eu não tinha muita escolha, contudo foi um ótimo ensinamento.

Enfim, sou Lucas Naspolini, saxofonista, um cara de boa que gosta de conversar e rir muito, então venha trocar uma ideia. PROSIT!


Manske (André Steuernagel)

Dedé

Manske, o rei do trombone!

Um vês quando eu era mais novo minha mãe (Cladis Erzinger Steuernagel) já me obrigou a ir nas aulas de iniciação musical lá da Casa da Cultura em Joinville/SC. Até mesmo porque ela era professora de música nessa escola. Eu mesmo marrento, arteiro e teimoso consegui aprender técnicas, teorias musicais e tive contato com diversos instrumentos tanto melódicos quanto rítmicos já desde moleque.

Durante o colegial, com a mesma teimosia e criatividade para aprontar arte de sempre, acabei ingressando na Banda do Colégio Bom Jesus com o Maestro Walmor que me ensinou a tocar bombardino. Toquei durante 5 anos na banda, inclusive nesse período viajamos bastante por SC e RS ganhando alguns concursos de bandas de colégios. Porém eu sempre estava meio de olho nos trombones de pistons que a banda possuía naquela época.

Concluindo o colegial, antes de ingressar na faculdade resolvi trabalhar um pouco pra ver se virava gente, nem que fosse na marra, aí entóm juntei um dinheiro e comprei o meu trombone de vara da Weril novinho direto de fábrica!! Logo pensei… agora vai!! Li o manual que veio junto e comecei a tocar em pequenos conjuntos e a algumas bandas. Dois anos após a brilhante ideia de ter comprado meu trombone tive outra ideia muito boa também, fazer aulas de trombone. Voltei a casa da cultura onde me formei em linguagem musical e estudei 4 anos de trombone de vara, fazendo parte da orquestra de alunos da casa da cultura, do conjunto de metais e demais participações em outros grupos. Pretendo ainda um dia retornar as aulas de trombone e concluir o curso de trombonista formado pela Casa da Cultura.

Enfim, minha vida sempre foi muito regada de música, arte cultura e diversão. Quando a banda UHUL me convidou para gravar naipes de trombone no CD Amor Cerveja e Amigos não pensei duas vezes, fui lá e botei a boca no trombone! Hoje em dia, faço parte da banda e da família. Afirmo com todo orgulho que todos que estão na banda são guerreiros que investem muito do seu tempo para criar e lapidar essas belas canções que hoje em dia apresentamos Brasil a fora.

Não podia deixar de mencionar minha outra grande família musical que venho trabalhando e me divertindo há muitos anos, convidado por Helio de Sousa Jr., sou integrante também da banda Fevereiro da Silva que alavancou minha carreira como trombonista regional no cenário Rock Underground alcançando grandes feitos como músico e como equipe/banda.

Dessa vida não levamos nada e o que fica são as memórias, então bóra nos divertir e escrever nossas histórias. Um brinde aos que leram e ouviram Amor Cerveja e Amigos, que suas vidas sejam regadas de alegrias, prosperidade e glórias